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FCC

Sobre o ICAC

APRESENTAÇÃO

O Instituto Curitiba de Arte e Cultura é uma organização social sem fins lucrativos que executa as políticas públicas traçadas pela Prefeitura Municipal e implementadas pela Fundação Cultural de Curitiba. O caráter social do ICAC é talvez sua face mais evidente, mas não é a única. Aproximar público e produtores culturais, promover espetáculos e a própria renovação do ambiente artístico local são resultados da aplicação intensiva de capital tecnológico, humano e financeiro a partir de princípios e práticas de mercado, com metas de performance tão desafiadoras quanto sustentabilidade. Uma das interfaces nas quais opera o ICAC é a da mediação entre a liberdade das manifestações artísticas e o rigor inerente à gestão responsável. É atendendo a estes dois grupos de demandas que o Instituto viabiliza espaços, recursos financeiros, agendas e contratos envolvendo algumas das mais importantes instituições da cultura local e nacional, como a Camerata Antiqua de Curitiba, o Conservatório de Música Popular Brasileira, a Oficina de Música de Curitiba e dezenas de outros grupos e projetos nas áreas da música e literatura. A relação entre o poder público e a iniciativa privada é outro espaço onde o ICAC se movimenta com desenvoltura, mas com atenção redobrada à transparência. Esta é observada em todas as instâncias, desde os registros financeiros diários até os relatórios de atividades bimestrais, semestrais e anuais submetidos ao Tribunal de Contas e, por iniciativa do Instituto, à auditoria externa independente. Internamente, as atividades executivas são supervisionadas pelo Conselho Administrativo, responsável também pelo estabelecimento de indicadores e metas. Além da apreciação contábil e jurídica da movimentação financeira, os resultados das ações implementadas são disponibilizados por sistema informatizado para consulta em tempo real pela Fundação Cultural de Curitiba. Parceiros e patrocinadores também têm acesso aos dados por intermédio de relatórios fornecidos sob demanda. Os processos administrativos que impulsionam os projetos e as operações do ICAC são baseados em procedimentos de compras e serviços em permanente atualização, garantindo agilidade nas contratações e prestações de contas e permitindo também a incorporação de inovações. Este cuidado é particularmente importante quando se considera que o ICAC é responsável pela gestão de 22 espaços culturais com diversas finalidades, o que inclui tanto a alocação de recursos financeiros e materiais quanto de pessoal administrativo e artístico. A responsabilidade socioambiental é outro exemplo da sintonia do Instituto com os novos conceitos de gestão. Ela se materializa num processo sistemático que envolve toda a comunidade por meio de palestras e workshops sobre redução da geração de resíduos, uso racional de energia e aproveitamento de águas pluviais, entre outros. Exemplo mais relevante desta preocupação é a Oficina de Música, que conta com um extenso programa de separação e destinação de resíduos em parceria com organizações de catadores de recicláveis e, em conjunto com a Secretaria do Meio Ambiente, também no regime de parceria, neutralização do carbono gerado pelo evento por meio de reflorestamento. As boas práticas de gestão do ICAC constituem-se em diferencial competitivo fundamental para a atração de parceiros e formação de alianças. Os vínculos estabelecidos incluem desde órgãos dos diversos níveis da administração pública e serviços sociais autônomos até representações oficiais de governos estrangeiros e multinacionais privadas, além de grupos e artistas de renome no Brasil e no mundo. O ICAC reúne um conjunto raro de capacidades. Ao mesmo tempo em que dialoga com desenvoltura com o meio artístico, compreende e contribui decisivamente para a realização de objetivos institucionais estratégicos de empresas e governos.

 

MARINO GALVÃO JUNIOR

Diretor-Presidente do ICAC

Foto Marino Galvao Junior

Formado pela Universidade Federal do Paraná em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas. Especializado em Commedia dell’arte pela Scuola Internazionale del’attore Comico de Reggio Emília – Itália. Mestre em Gestão do Espetáculo pela SDA Bocconi de Milão, em parceria com o Piccolo Teatro de Milão e Accademia Teatro Scala de Milão. É ator, diretor de produção e diretor teatral pelo SATED – PR. Como ator, esteve em mais de 60 espetáculos entre profissionais e amadores.  Iniciou sua carreira em 1987, na Associação Atlética Banco do Brasil. Em 1988 recebeu o Prêmio FITAP de teatro amador como ator revelação daquele ano por sua atuação em “Sonho de uma noite de verão” de William Shakespeare. Neste mesmo grupo realiza seus primeiros trabalhos de direção teatral: “A Tempestade” de William Shakespeare em 1993, “A Mais Forte” e “O Paria” de August Strindberg e “O Homem do Arco-Íris” de Tabriz Vivekananda, todos em 1994. Em 1995 recebeu sua primeira indicação ao Troféu Gralha Azul como melhor ator coadjuvante no espetáculo “A Casa do Terror” de João Luiz Fiani e em 1996 passa a integrar a Cia Máscaras de Teatro, uma das mais atuantes produtoras de Curitiba onde realiza a produção de mais de 100 espetáculos em seus 16 anos de existência. Em 1997 foi selecionado para integrar o espetáculo “Aurora da Minha Vida”, de Naum Alves de Souza com direção de Gabriel Villela e produção do TCP – Teatro de Comédia do Paraná e a partir de 1998, passa a realizar regularmente a direção de espetáculos do N.P.T. (Núcleo de Profissionalização Teatral da Fundação Teatro Lala Schneider). Neste período trabalha diversos autores de grande importância como: Nelson Rodrigues, Carlo Goldoni, Thornton Wilder, Ariano Suassuna, Goethe, Peter Weiss e Tchekhov. Recebe por quatro vezes o prêmio de melhor diretor no Festival do Teatro Lala Schneider. Em 1999 recebeu o Troféu Gralha Azul de Melhor Ator para Crianças por “Circo de Balões” de Waldir Cândido. Em 2002 foi selecionado pelo programa "ApArtes" da CAPES/MEC e cursou pós-graduação em artes cênicas com ênfase em Commedia dell’Arte na Itália, onde passou um período de 18 meses dividindo-se entre aulas teóricas, práticas, representações e assistência de direção. Em 2004 foi novamente indicado ao Troféu Gralha Azul por “As Fantásticas histórias do menino Leonardo da Vinci” de Maurício Vogue. Em 2005 foi novamente premiado com o Troféu Gralha Azul como Melhor Ator Coadjuvante por “O Corcunda de Notre Dame” de Enéas Lour. Entre 2004 e 2008 esteve ligado a várias produções cinematográficas dentro do movimento de retomada do cinema no estado do Paraná entre as quais destacamos “Heróis da Liberdade” de Lucas Amberg e “Misteryos” de Beto Carminatti e Pedro Merege.  Em 2006 encena "Werther" de Goethe, destaque da revista BRAVO! Que se apresenta no Espaço do Satyros em São Paulo e na Casa da Gávea, no Rio de Janeiro. Em 2008 produz e protagoniza seu solo "Macho Não Ganha Flor" de Dalton Trevisan e que excursiona pelo país juntamente com “Desejo na Rua das Flores” de João Luiz Fiani. Desde 2007, quando da retomada da produção de teledramaturgia em Curitiba, vem atuando nos principais episódios e projetos piloto produzidos pela afiliada TV GLOBO a RPC-TV. Em 2009 recebe menção honrosa da Assembleia Legislativa - PR pela encenação de "Equus" de Peter Shaffer e pela maneira como transita facilmente pela comédia, pelo humor e pelo drama. Em 2010, circula com o espetáculo "Nem Freud Explica" por São Paulo, no Teatro Folha e no Rio de Janeiro, no Teatro Glauce Rocha em temporada patrocinada pela FUNARTE juntamente com seus espetáculos solo “Macho não ganha flor” com contos de Dalton Trevisan e “Desejo na Rua das Flores” e João Luiz Fiani. Além disso, no dia 29 de outubro de 2010, sobe ao palco do Teatro Guaíra em Curitiba para uma plateia de mais de 2000 pessoas para comemorar os 10 anos do espetáculo "Nem Freud Explica". Em 2011, através de uma Bolsa-Residência da FUNARTE, cursa o Master in Management dello Spettacolo pela SDA Bocconi de Milão, em parceria com o Piccolo Teatro de Milão e a Accademia Teatro Scala de Milão. Em 2012 encena “Don Juan” de Molière. Em 2013 adapta para o teatro a obra “Cypherpunks” de Julian Assange incluindo referencias do livro 1984 de George Orwell Circula ainda por 15 cidades do interior do Paraná com o espetáculo “A Guerra dos Fanáticos” de João Luiz Fiani com 25 atores em cena. A peça encerra a circulação no palco do Guairão. Também em 2013 protagoniza o curta metragem “Filme Vencido”, vivendo o cineasta russo Dziga Vertov. Em 2014 participa da Mostra de Teatro Contemporâneo do Festival de Curitiba com o espetáculo “Tumba de Cães”, obra da premiada autora italiana Letizia Russo e vencedor do premio Myriam Muniz naquele ano. Durante este mesmo ano tem participação ativa durante a Conferência Municipal extraordinária de Cultura e colabora para a redação final da minuta do futuro sistema municipal de cultura. Em 2015 excursiona novamente com “Nem Freud Explica” pelo Rio de Janeiro no Teatro Vannucci e encena o Auto da Compadecida de Ariano Suassuna incluindo no espetáculo diversas referências da Commedia dell’Arte italiana. Em maio de 2015 assume a diretoria executiva do ICAC, Organização Social que mantém contrato com a Prefeitura de Curitiba e responde pela Gestão da Camerata Antiqua de Curitiba, Oficina de Música de Curitiba, Conservatório de MPB e Capela Santa Maria. Em 2016 participa a convite de dois eventos internacionais de grande relevância para as artes e para a cultura: Na Escócia faz parte do 1º IFA - International Festival Academy na cidade de Edimburgo, realizado pelo British Council e pela Universidade Napiers, um programa de intercâmbio entre gestores de festivais de todo o mundo. Nos Estados Unidos participa do International Visitor Leadership Program (IVLP) realizado pelo Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo tendo como foco visitas às instituições culturais norte-americanas nas cidades de Nova York, Atlanta e Washington. Atualmente faz parte do Fórum Brasileiro de Direitos Culturais, organização que reúne mais de cem entidades não governamentais ligadas ao setor cultural.

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