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19h17

Léa Freire, mestra da MPB, emociona o público no Teatro da Reitoria

Um concerto para ninguém ficar parado. Foi assim a apresentação da Orquestra à Base de Sopro de Curitiba, nessa quinta-feira (16) no Teatro da Reitoria da UFPR. A convidada da Orquestra, a instrumentista e arranjadora Léa Freire, compôs sete das oito obras do repertório – exceto o choro “Na Boleia”, feito em sua homenagem por Gabriel Schwartz -, que passeou por vários gêneros da música brasileira. O show fez a plateia vibrar.

Léa Freire encantou os presentes com sua flauta. Uma das canções mais aplaudidas foi “Tequila”, que fez até os músicos da banda se remexerem nas cadeiras. “Essa oficina é um milagre maravilhoso, que acontece todo ano aqui em Curitiba”, disse a flautista. “Não posso mais ficar sem isso, viciei!”, brinca. E filosofa que o evento deveria ser difundido aos quatro cantos – “mas só acontece aqui. Estão todos de parabéns, só tenho a agradecer”.

A pequena Liz, de 4 meses, acompanhou com atenção o espetáculo e dormiu embalada pela música. A mãe, Priscila Ferreira, diz que a filha só acordou quando a música acabou. “Ainda na gestação, levávamos ela a vários espetáculos. Queríamos que apreciasse música desde cedo.” 

Um dos mais animados era o músico argentino Fernando Beckerman, que veio para Curitiba para participar das oficinas de pandeiro e percussão. Já participou em edições anteriores: “é sempre surpreendente, a gente nunca sabe o que vai acontecer”. São dez dias em que se conecta com a música e entra em contato com pessoas de vários lugares do mundo. “Preciso disso para ser feliz.”
Renato Lucci é compositor e acompanha a orquestra há algum tempo; e apreciou muito o que viu e ouviu: “estava fantástica”. “Sérgio Albach é muito competente, hoje, em especial, eles se superaram”. A esposa de Renato, Silvana Lucci, também gostou muito e pretende assistir alguns espetáculos. “Compramos um pacote, não queremos perder nada.” 

Um dos mais animados era Sergio Albach, diretor artístico da Oficina de MPB e diretor da Orquestra, que, de forma descontraída, contagiou a todos. Ele fala com muito carinho sobre o CD, que foi lançado na noite dessa quinta-feira “depois de muito trabalho, de muito cuidado. Agora, esta aí. Esperamos que seja um sucesso”. Sobre a oficina, Albach acredita que, mesmo em tão pouco tempo, já mostrou uma integração muito forte entre os professores. “Hoje foi o primeiro dia, ainda estamos no começo”. Mas já consegue perceber uma sinergia entre as pessoas, “isto é muito bom”.

Autor: Assessoria de Imprensa da FCC
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba

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