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17h31

Noite de mestres no Teatro da Reitoria

Um time de músicos incríveis esteve reunido na noite ontem (20) no Teatro da Reitoria, na “Noite dos Professores da Oficina”. O show – na verdade, uma belíssima confraternização dos músicos e da plateia - teve a participação de Zé Luiz Mazziotti, Daniel Sá, Pedrinho Figueiredo, Cainã Cavalcanti, Júnior Ferreira, Paulo Freire, Thiago Alves, Lilian Carmona e Amoy Ribas.

O músico Pedrinho Figueiredo participou pela primeira vez da Oficina e estava extasiado com a resposta do público. “É maravilhoso, um astral fantástico!” Figueiredo acredita que as 32 edições de Oficina de Música formaram uma plateia diferenciada. “Essas pessoas vêm nos assistir esperando espetáculo de qualidade e isso é muito bom.”

Ao som de sua viola caipira, Paulo Freire tocou e encantou os presentes com a “Peleja do Sapo e o Veado”, “Pedro Paulo” e “Rio Abaixo”. A noite seguiu com o repertório variado: Paulo Freire, Hermeto Pascoal, Villa-Lobos e Dominguinhos, para citar alguns. “Barra do Ribeiro”, de Guinha Ramirez, e “Doce de Coco”, de Jacob do Bandolim, fizeram dedos tamborilarem e corações baterem mais rápido.

A noite ainda teve a apresentação de 14 alunos venezuelanos participantes da Oficina. Entre eles estava a pianista Maria Estefânia Prieto, que se emocionou com a receptividade do público. “Foi emocionante mostrar a nossa arte. É bom demais representar meu país. Magnífico!”, completa.

Funcionário do Teatro, Antonio Caetano Neto assiste aos shows encostado às escadas que dão acesso ao palco. Em seus olhos, era visível o encantamento. Devido ao trabalho, às vezes é preciso uma saída estratégica - “por isso fico aqui de pé”. Isso não o impede de acompanhar seu músico preferido, o tocador de viola caipira Paulo Freire.

“É muito bom assistir a esses instrumentistas maravilhosos”, elogia.  Caetano faz aulas de viola caipira no Conservatório de Música e diz que também canta. “Eu ainda vou fazer um arranjo e gravar um CD”, planeja. Enquanto isso não acontece, segue assistindo os espetáculos, mesmo que nas escadas.

Ansiosa para ver o show estava a enfermeira Luciana Gonçalves. Ela não se decepcionou. “Incrível. Os professores estavam se divertindo!”, vibrou. Ela também gostou da apresentação dos alunos venezuelanos. “Eles arrasaram”, elogia. Luciana assistiu a diversas atrações da fase MPB da Oficina e simpatizou com as apresentações das orquestras e com o Vocal Brasileirão. Luciana se diz impressionada com a qualidade dos músicos curitibanos. “Com a Oficina, estou descobrindo uma Curitiba que eu não conhecia: musical e talentosa. O que estamos aprendendo não tem preço. Os organizadores estão de parabéns”, completa.

Bruna Luckesi é cantora e esperava um show eclético - “grandes músicos, de diferentes lugares, uma união linda!”. E foi o que viu e ouviu: “uma reunião de talentos”.  O fotógrafo Cauã de Barros assistiu ao recital do maestro Arthur Nestrovski e da filha, a cantora Lívia Nestrovski, na última quinta-feira (16) no Sesc Paço da Liberdade, e tinha uma alta expectativa em relação à apresentação. E não se decepcionou. “Foi uma energia muito boa. Professores de qualidade musical e muita experiência”.

A psicóloga Fabiana Felix e o amigo John Mueller vieram de Concórdia (SC) para a Oficina de Música e adoraram o ambiente contagiante do evento. “Eu buscava essa energia. A música lava a alma”, diz o músico. Fabiana sintetizou a noite: “sabia que seria fantástico”.

Autor: Assessoria de Imprensa da FCC
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba

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