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11h49

Alunos e professores lotam hostels e fazem turismo pela cidade

Muitos alunos e professores da 35ª edição da Oficina de Música vieram de outras cidades e até de outros países. Boa parte está hospedada em hostels e eles dedicam a maior parte de seu tempo para os estudos e os ensaios, mas alguns momentos também são reservados para o turismo.

O Curitiba Hostel teve ocupação máxima durante a Oficina. O sócio e gerente do estabelecimento, Odislei Paraná Silva, explica que reservou quartos exclusivamente para os alunos e professores. “O pessoal que faz música é muito tranquilo e fica a maior parte do tempo concentrado nos estudos”, comentou.

A 35ª edição da Oficina de Música vai até 8 de fevereiro. Em todo o evento, 1.600 alunos de todo o Brasil vieram para Curitiba curtir a programação.

Passeios

No último fim de semana, Gideoni Loanir Veríssimo, aproveitou para fazer o passeio na Linha Turismo. “Pude parar em vários dos principais atrativos e gostei muito”, comentou o violinista que é de Volta Redonda, Rio de Janeiro. As paradas de sua escolha foram o Jardim Botânico, a Ópera de Arame, a Torre Panorâmica e Santa Felicidade.

O paulistano Edson Nascimento aproveitou o tempo livre entre as aulas e a prática com seu instrumento de sopro, a trompa, para correr no Passeio Público. “Gostei do lugar, achei muito limpo, organizado e bem policiado também”, afirmou. Os bares e restaurantes da cidade também foram elogiados por Nascimento e pelos amigos que encontrou na Oficina.

Os trombonistas paulistanos Reginaldo Thimóteo e Ricardo Pacheco se apresentaram com a Banda Sinfônica da Oficina de Música no último domingo (4/2) em um dos principais cartões-postais de Curitiba: o Parque Tanguá. “Foi muito bacana, gostaria de fazer mais vezes”, disse Thimóteo. A banda tocou repertório de rock para um público de 200 pessoas.

Hermanos

Com programação cheia em sua estadia por Curitiba, os sete alunos e professores da universidade argentina de Jujuy também deram um jeitinho de passear. “Dedicamos nosso tempo livre para visitar o Centro Histórico e a Catedral de Curitiba”, disse Noelia Gareca, que toca o charango.

Autor: Assessoria de Imprensa
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba

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